INGESTÃO DE PILHAS BOTÃO (“PILHA DE RELÓGIO”)

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Pilhas Botão: pequenas e em forma de disco, são pilhas que são projetadas para uso em pequenos aparelhos eletrônicos. Fontes comuns são brinquedos de criança, relógios, calculadoras e próteses de aparelho auditivo. A maioria das pilhas usam lítio como fonte energética. Perigo da Ingestão das Pilhas Botão Contato com superfície mucosa (orofaringe, esôfago, cavidade nasal) resulta em transmissão de corrente Transmissão de corrente causa queimaduras químicas e necrose via injúria alcalina (hidróxido de sódio) Lesão tecidual pode progredir rapidamente e…

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Lesões do ligamento colateral medial (LCM)

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Definição: estiramento ou rompimento do ligamento colateral medial (LCM). Epidemiologia: Lesões ligamentosas têm sido citadas e contabilizadas como aproximadamente 40% das lesões de joelho (Bolen 2000). O LCM é o ligamento mais comumente lesionado, contando aproximadamente 8% de todas as lesões do joelho (Majewski 2006) Mulheres são mais acometidas do que homens (Sweson 2013); Vista Anterior do Joelho (www.howardluskmd.com) Mecanismo: Pancadas diretas são o mecanismo mais comum e tipicamente causam as injúrias mais severas (Singhal 2010). Mecanismos indiretos são menos…

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Lesões da coluna cervical em pediatria

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Um menino de 14 anos de idade apresenta-se ao departamento de emergência, trazido por carro particular, com dor no pescoço após errar um “salto mortal” enquanto brincava no trampolim da família em sua casa. Você é abordado pelo enfermeiro da triagem para “testar e liberar seu pescoço”, pois assim ele poderia evitar o uso desnecessário de um colar cervical e de uma maca. Você, então, vai ver o paciente… Ele relata ter tentado um salto mortal, porém, parou no meio…

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O estudo ADRENAL: esteroides no choque séptico

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Contexto: Ensaios clínicos randomizados avaliando a eficácia de corticosteroides como terapia adjuvante no choque séptico mostraram evidências conflitantes de relevância clínica. Dois estudos em particular [2][3] analisaram hidrocortisona em dose baixa (200mg/dia) e seu efeito na mortalidade em pacientes com choque séptico, obtendo resultados conflitantes em relação à mortalidade, mas ambos demonstraram reversão precoce do choque em pacientes tratados com hidrocortisona. As atuais diretrizes da Campanha de Sobrevivência à Sepse recomendam o uso de hidrocortisona em pacientes com choque séptico…

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Vasopressores em Acessos Periféricos: Seguros ou Perigosos?

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Contexto: Já discutimos a segurança da administração de vasopressores em acessos venosos periféricos no REBEL EM antes. Na análise da revisão sistemática de 85 artigos e 270 pacientes de Loubani et al,  95% dos extravasamentos ocorreram em acessos periféricos com infusões de mais de 4 horas de duração e 85% em acessos distais a fossa antecubital.  A maior limitação dessa revisão sistemática é que a maioria dos dados veio de relatos de casos e séries de casos e não de estudos…

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Neutropenia Febril

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Caso Clínico: Você está trabalhando como regulador pediátrico durante a noite em um centro regional quando é informado por telefone sobre um paciente que será recebido – Josef, 8 anos –, o qual se encontra no ciclo de intensificação tardia de seu tratamento para Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) e apresentando febre de 38,6ºC. A última quimioterapia de Josef foi na semana passada e um leucograma realizado há 2 dias demonstrou 4.0×109 leucócitos/litro com uma contagem absoluta de neutrófilos de 0.9…

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Checklist de Manejo de Via Aérea

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Emergencistas estão sujeitos a uma alta carta de esforço cognitivo e isso pode colocar a segurança de nossos pacientes em risco. Uma ferramenta para auxiliar a lidar com esse tipo de problema é o uso de checklists (1). Especificamente na emergência, existe evidência de que o uso dessas ferramentas para o manejo de via aérea diminui o número de complicações e aumenta a taxa de adesão a medidas que comprovadamente aumentam a segurança do procedimento (2). Levando isso em conta,…

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Manejo de Epistaxe na Emergência: Um Mnemônico Útil

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  A epistaxe é uma condição comum nas salas de emergência¹, podendo se apresentar de forma desafiadora e consumir bastante tempo. O conhecimento dos atalhos, armadilhas e dicas para minimizar intercorrências no manejo da epistaxe frequentemente pode significar, para o paciente, a diferença entre uma passagem frustrante e uma passagem rápida pelo serviço de emergência. Utilize o mnemônico EPISTAXIS para ajudá-lo a lembrar os pontos principais MNEMÔNICO EPISTAXIS E xaminar – Tente distinguir se o sangramento é anterior ou posterior.…

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Ultrassom à Beira do Leito Durante Parada Cardiorrespiratória

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Parada Cardiorrespiratória (PCR) é um evento comum e afeta mais de 300,.000 americanos todos os anos, apresentando um prognóstico sombrio, com uma taxa de sobrevivência variando entre 7 a 9%. Atualmente, não há evidências ou guidelines que auxiliem os médicos a decidirem o momento de interromper a reanimação quando o paciente não obtém o retorno espontâneo da circulação. Ultrassons portáteis são úteis em outros pacientes críticos, assim como no trauma e no choque indiferenciado. Ecocardiograma na beira do leito está facilmente…

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Gasometria Arterial vs Gasometria Venosa

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RESUMO Gasometria de sangue venoso (GSV) é amplamente utilizada em preferência à gasometria de sangue arterial (GSA) em situações de emergência, de acordo com os resultados de pesquisas publicadas desde 2001. O peso dos dados sugerem que o pH venoso apresenta correlação com o pH arterial e, por isso, é uma alternativa aceitável na prática clínica para a maioria dos pacientes. Entretanto, alguns especialistas não aprovam esse uso e essa estratégia talvez seja inadequada em alguns cenários; por exemplo, não…

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