The #FOAMed Project

#FOAMed Project en Español- EM News #01: El Techo Analgésico del Ketorolaco

Ketorolac

Línea de fondo: El Ketorolaco es un analgésico parenteral de uso común en el Departamento de Urgencia, indicado para una variedad de usos que van desde lesiones musculoesqueléticas hasta cólicos renales. Este fármaco antiinflamatorio no esteroideo (AINE) está disponible por vía oral, intranasal y parenteral. El Ketorolaco tiene una serie de efectos secundarios incluyendo náuseas, vómitos, sangrado gastrointestinal e insuficiencia renal. El riesgo de sangrado gastrointestinal parece estar relacionado con el uso de dosis más altas y con el uso prolongado. Al igual que con todos los AINE, el fármaco tiene un techo analgésico  (la dosis a la cual la dosificación adicional no proporcionará analgesia adicional, pero puede conducir a más efectos secundarios). La dosis actual de la FDA es de 30 mg intravenosa y 60 mg intramuscularmente para los pacientes <65 años de edad. Sin embargo, la necesidad de estas dosis no está clara y estudios previos han demostrado eficacia de dosis considerablemente más bajas. El uso de dosis más bajas, si son efectivas, puede mitigar el potencial de daño.

Artículo: Motov S et al. Comparison of intravenous ketorolac at three single-dose regimens for treating acute pain in the emergency department: a randomized controlled trial. Ann Emerg Med 2016. PMID: 27993418

#FOAMed Project Brasil – EM NEWS #01: Teto Analgésico do Cetorolaco

Ketorolac

Introdução: Cetorolaco (Toragesic®, Toradol®) é um analgésico comumente utilizado na Emergência com diversas indicações, variando de lesões musculoesqueléticas a cólicas renais. Este anti-inflamatório não-esteroide (AINE) está disponível por via oral, sublingual, intranasal e parenteral. Cetorolaco tem uma série de efeitos colaterais, incluindo náuseas, vômitos, hemorragia digestiva e insuficiência renal. O risco de hemorragia gastrointestinal parece estar mais relacionado com o uso de doses mais elevadas e com o uso prolongado. Como todos os AINEs, a droga tem um limite de poder analgésico – o aumento da dose não proporciona um efeito maior, mas pode causar mais efeitos colaterais. A dose atual determinada pela FDA é de 30 mg IV e de 60 mg IM para pacientes < 65 anos de idade. No entanto, a necessidade destas doses não é clara e estudos prévios demonstraram eficácia de doses consideravelmente mais baixas. A utilização de doses menores, se for eficaz, pode atenuar o potencial de efeitos adversos.

Motov S et al. Comparison of intravenous Cetorolaco at three single-dose regimens for treating acute pain in the emergency department: a randomized controlled trial. Ann Emerg Med 2016. PMID: 27993418

TRAUMA #01: OS 10 MANDAMENTOS (Pt. 1)

Original em REBEL EM

“Já estou nesse jogo há anos. Ele me tornou um animal. Existem tantas regras pra essa m**da, que eu escrevi um manual.” – Notorious BIG

Sabe? Quer você esteja tentando vender drogas ou não, existem algumas sábias palavras nos 10 Mandamentos do Crack feitos pelo falecido Notorious BIG. Pérolas como “Nunca deixem eles saberem seu próximo movimento” e “nunca carregue nada com você” me ajudaram durante algumas decisões desafiadoras durante a vida.

Not Big

  1. Nunca deixe eles saberem quanto dinheiro você tem
  2. Nunca deixe eles saberem seu próximo movimento
  3. Nunca confie em ninguém
  4. Nunca fique chapado com seu próprio suprimento
  5. Nunca venda droga onde você descansa
  6. Esqueça crédito e fiado
  7. Deixe família e negócios completamente separados
  8. Nunca carregue nada com você
  9. Se você não está vendendo drogas, fique longe da polícia
  10. Uma palavra forte chamada consignação: nunca aceite se você não tem clientes

Embora nada tenha mudado muito no mundo crime, quando falamos de reanimação no trauma, o jogo mudou*. Era mais fácil nos velhos tempos: 2 litros de cristaloide para um paciente hipotenso, e, depois sangue. Mesmo que a ciência por trás da reanimação no trauma tenha nos ajudado a entender o quão falho esse paradigma é, a nova escola ainda possui caminhos difíceis de serem navegados. De controle do dano a fibrinogênio, de ácido tranexâmico a tromboelastometria; não existem dúvidas que a jornada de reanimação do paciente sangrando por trauma possui mais nuances do que originalmente pensamos.

Então, inspirados pelo discurso Descartesiano do método de Biggie, lhes apresento as 10 regras contemporâneas da reanimação no trauma como eu as vejo – suportadas pela ciência e, ocasionalmente, com comentários pessoais.

Resumos de Emergência #07: Escores de Risco para Pancreatite

Hoje estamos trazendo um post do excelente blog CanadiEM sobre estratificação de risco e prognóstico em casos de pancreatite aguda.

Pancreas

ECG: ONDE ERRAMOS E COMO MELHORAR?

Eletrocardiogramas (ECGs) são um dos exames complementares mais comuns na Emergência. Médicos Emergencistas irão ler milhares de ECGs ao longo de suas carreiras e devem ser especialistas no assunto para poderem interpretá-los rapidamente. Por esse motivo, estamos traduzindo esse texto do emDocs sobre os principais erros na hora de interpretar um ECG.

ECG Drawing

RESUMOS DE EMERGÊNCIA #06: COLANGITE

Caso Clínico 01

Mulher de 54 anos é admitida na emergência com queixa de dor no quadrante superior direito (QSD) do abdome. Dois meses antes, ela havia comparecido na emergência com sintomas similares e foi diagnosticada com colelitíase. A paciente recebeu alta com remédios para dor e recomendação de acompanhamento cirúrgico. No entanto, os sintomas voltaram e estão mais graves na visita atual. Ela está vomitando, com uma febre de 39,2 °C e taquicárdica, com 131 bpm. Um ultrassom à beira do leito no QSD do abdome revelou cálculos biliares, mas sem espessamento de parede, barro biliar, ou líquido pericolecístico. Ela foi diagnosticada mais uma vez com colelitíase. Felizmente, o cirurgião de plantão concorda em internar a paciente e realizar uma colecistectomia na manhã seguinte. Após a reavaliação da paciente, entretanto, algo parece errado. Apesar de medicamentos e fluidos intravenosos, ela não parece estar bem e permanece febril e taquicárdica. O que está sendo deixado de lado no caso desta paciente criticamente doente?

OS PRIMEIROS 10 MINUTOS #01: O PACIENTE INCONSCIENTE

Estamos publicando um excelente texto do First10EM sobre a abordagem do paciente inconsciente na sala de Emergência.

http://first10em.com/

CASO CLÍNICO

Você é chamado para avaliar um homem de 55 anos que está sendo deixado pelo SAMU na sala de reanimação. Eles foram chamados após a família do paciente o encontrar inconsciente em casa. O Glasgow Coma Scale na chegada é 3…

RESUMOS DE EMERGÊNCIA #05: NEUTROPENIA FEBRIL

Resumos de Emergência

Hospitais de referência, como nossos hospitais universitários, recebem muitos pacientes com câncer em suas Emergências. Tratamentos com quimioterapia causam neutropenia em 10-50% dos pacientes com tumores sólidos e em mais de 80% dos pacientes com neoplasias hematológicas durante o ciclo de tratamento.

Por isso, apresentamos esse post do Academic Life in Emergency Medicine com um resumo das Diretrizes da Infectious Disease Society of America (IDSA) para o atendimento de neutropenia febril em pacientes com câncer.

CONHEÇA A #FOAMed!

Autor: Henrique Puls

Na última semana, ocorreu o I Simpósio de Emergências Clínicas e Traumáticas da Liga de Trauma e Emergência da UFRGS e a ISAEM esteve presente para falar sobre a iniciativa de Free Open Access Medical Education. Para que você também fique sabendo tudo sobre o assunto, estamos publicando um resumo com tudo o que foi apresentado!

Free Open Access Medical Education (FOAM)

O conceito emergiu espontaneamente da coleção gratuita de recursos de educação médica que evolui constantemente na internet e, em tradução livre, significa Educação Médica com Acesso Livre e Gratuito. Há apenas um objetivo – fazer do mundo um lugar melhor. FOAM independe de mídia ou de plataformas – inclui blogs, podcasts, Tweets, Hangouts, vídeos online, textos, fotografias, grupos no Facebook e muito mais.

As duas principais características de FOAM são velocidade e acessibilidade. A velocidade relacionada à FOAM diz respeito à rapidez com que o conhecimento científico é levado do meio acadêmico para as discussões médicas da prática diária. Já a acessibilidade vem do fato de esses recursos estarem sempre disponíveis de forma gratuita na Internet.

“Se você quer saber como praticávamos medicina há 5 anos, leia um livro-texto.

Se você quer saber como praticávamos medicina há 2 anos, leia uma revista científica.

Se você quer saber como praticávamos medicina há 1 ano, vá a um (bom) congresso.

Se você quer saber como vamos praticar medicina no futuro, escute nos corredores e use FOAM.”

Joe Lex, na “International EM Education Efforts & E-Learning – 2012”

FOAM

FOAM: Educação Médica com Acesso Livre, para qualquer um, em qualquer lugar, a qualquer momento.

RESUMOS DE EMERGÊNCIA #04: AS REGRAS DE OTTAWA

Está em duvida se deve pedir uma radiografia para aquele paciente que torceu o pé jogando futebol? Veja as Regras de Ottawa nesse post traduzido do Academic Life in Emergency Medicine! Esses critérios devem ser aplicados em pacientes que tiveram trauma nos joelhos, nos tornozelos ou nos pés e serve para avaliar a necessidade de radiografia desses locais. Caso o paciente não preencha nenhum dos critérios adotados a hipótese diagnóstica de fratura óssea pode ser excluida. Portanto, não há necessidade de solicitar uma radiografia e o paciente pode ser liberado mais rapidamente.

Resumos de Emergência