EM News (PORT)

RAFF2: Cardioversão Elétrica vs Farmacológica em pacientes do DE com fibrilação atrial aguda

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Original: https://rebelem.com/raff2-electrical-vs-pharmacological-cardioversion-for-ed-patients-with-acute-atrial-fibrillation/ Contexto: A fibrilação atrial aguda (FA) é uma das disritmias mais comuns observadas no departamento de emergência (DE). Houve ampla discussão e debate sobre a melhor maneira de gerenciar a FA aguda, centrada no controle de frequência e ritmo. No entanto, existem poucos dados para orientar a abordagem ideal para o controle do ritmo, uma vez que esta opção é limitada. Como resultado da falta de boas evidências, há uma variação significativa no manejo. Melhores dados são essenciais…

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Trombolíticos no acidente vascular cerebral, segunda atualização: o estudo EXTEND

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Original by Justin Morgenstern|Published January 28, 2020-Updated January 19, 2020| Desde o meu longo post sobre a literatura a respeito do AVC, foram publicados novos estudos controlados randomizados (ECRs) que analisaram trombolíticos para o AVC isquêmico agudo. Não, não temos a replicação do estudo NINDS de que tanto precisamos. No entanto, os novos estudos representam um passo à frente no que pensamos sobre o AVC: eles usam exames de imagens para selecionar um grupo de pacientes com maior probabilidade de…

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Primeiro, não cause danos: repensando nossa abordagem à intubação no trauma

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Escrito por Zaf Qasim O gerenciamento das vias aéreas como a primeira prioridade tem sido a espinha dorsal da ressuscitação há anos. “Aborde A primeiro, antes de passar para B e C”, é o que aprendemos e o que ensinamos a sucessivas gerações de alunos. Para equipes clínicas adequadamente treinadas, tanto intra ou pré-hospitalares, a conclusão de “A” pode muito bem significar realizar uma intubação em sequência rápida (ISR). Desde o seu início, na década de 1970, houve uma evolução…

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Troponina de alta sensibilidade na avaliação de pacientes com suspeita de síndrome coronariana aguda: um ensaio clínico controlado tipo stepped wedge, randomizado por clusters

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Questão Clínica Em pacientes que se apresentam ao Departamento de Emergência com suspeita de síndrome coronariana aguda (SCA), o uso de um exame de troponina de alta sensibilidade reduz o risco de um infarto do miocárdio subsequente ou a morte cardiovascular aos 12 meses quando comparado com o uso de um teste padrão de troponina? Contexto Apesar do uso disseminado de biomarcadores para lesão miocárdica, os pacientes com síndrome coronariana aguda com prognósticos significativo ainda recebem alta do Departamento de…

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Bicarbonato de Sódio no Manejo da Parada Cardíaca

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O que sabemos: Assim como todas as medicações na parada cardíaca (p. ex. epinefrina, amiodarona), os benefícios do uso de bicarbonato de sódio têm sido discutidos e debatidos por décadas. Embora esteja claro que o bicarbonato de sódio pode desempenhar um papel importante na ressuscitação de uma parada por hipercalemia, seu papel em pacientes com acidemia, seja ela causa ou consequência da parada, ainda não é claro. Na teoria, aumentar o pH pode ser benéfico, porém, o uso de bicarbonato…

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#FOAMed Project Brasil – EM NEWS #02: Nefropatia por Contraste

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Gostaria de aplaudir o estudo “Risk of Acute Kidney Injury After Intravenous Contrast Media Administration” por Hinson et al [1] na edição de fevereiro de 2017 dos Annals of Emergency Medicine. Antes de discutir os detalhes deste estudo, gostaria de dar uma perspectiva histórica sobre como o estudo da Nefropatia Induzida por Contraste evoluiu.

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#FOAMed Project Brasil – EM NEWS #01: Teto Analgésico do Cetorolaco

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Introdução: Cetorolaco (Toragesic®, Toradol®) é um analgésico comumente utilizado na Emergência com diversas indicações, variando de lesões musculoesqueléticas a cólicas renais. Este anti-inflamatório não-esteroide (AINE) está disponível por via oral, sublingual, intranasal e parenteral. Cetorolaco tem uma série de efeitos colaterais, incluindo náuseas, vômitos, hemorragia digestiva e insuficiência renal. O risco de hemorragia gastrointestinal parece estar mais relacionado com o uso de doses mais elevadas e com o uso prolongado. Como todos os AINEs, a droga tem um limite de…

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SEPSIS – 3: NOVAS DEFINIÇÕES DE SEPSE

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Autor: Henrique Puls Na última edição do JAMA, a Sepsis Definitions Task Force publicou três artigos atualizando as definições de sepse e choque séptico (1) e dando evidências científicas para a derivação e validação dessas novas definições (2,3). Essa atualização se mostrou necessária devido ao maior número de recursos de suporte de vida disponíveis nas UTIs atuais, especialmente em países desenvolvidos, e ao melhor entendimento dos mecanismos fisiopatológicos responsáveis pelas disfunções celulares e moleculares relacionadas à sepse e que contribuem…

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